quarta-feira, dezembro 9

Chagall

Vai me carregar o turbilhão da vida,
agora só me acompanha essa fantasia que é minha,
que avança sentada no carrossel dos instintos de todas as cores vestidos.
Eu sou um leque de renda vermelha, um violino usado, uma delicadeza qualquer de mulher,
um detalhe e uma sobra
que visitam um abraço anônimo de veludo verde.
E rumo ao desconhecido vou-me num galope.


Por que se demora tanto para ser livre?

2 comentários:

[Manú] disse...

Porque quando a liberdade chega é como um turbilhão,furacão perdido na noite e da natureza dos furacões não se deixarem ficar...

Adorei o teu poético blog! uau! abração!

Dalva M. Ferreira disse...

Bem... como mineira de nascença, eu só posso dizer que "Libertas Quae Sera Tamen" - tem que esperar, porque um dia ela vem.