Vai me carregar o turbilhão da vida,
agora só me acompanha essa fantasia que é minha,
que avança sentada no carrossel dos instintos de todas as cores vestidos.
Eu sou um leque de renda vermelha, um violino usado, uma delicadeza qualquer de mulher,
um detalhe e uma sobra
que visitam um abraço anônimo de veludo verde.
E rumo ao desconhecido vou-me num galope.
Por que se demora tanto para ser livre?


2 comentários:
Porque quando a liberdade chega é como um turbilhão,furacão perdido na noite e da natureza dos furacões não se deixarem ficar...
Adorei o teu poético blog! uau! abração!
Bem... como mineira de nascença, eu só posso dizer que "Libertas Quae Sera Tamen" - tem que esperar, porque um dia ela vem.
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